Estaca da Nova Zelândia indexa 1,1 milhão de registros — graças ao ‘Indexathon’ dos jovens

Inspirados pelo convite de Presidente Russell M. Nelson para reunir Israel, os santos dos últimos dias da Estaca Christchurch Nova Zelândia estabeleceram uma meta ambiciosa de indexação para 2021.

Quando alcançaram sua meta de 250.000 registros em maio, eles estabeleceram uma meta maior de um milhão — e se voltaram para os jovens em busca de ajuda.

O presidente da estaca de Christchurch, Uliki Moea Pongia, se aconselhou com os líderes dos jovens e juntos planejaram uma “Indexathon” — um cruzamento entre uma maratona e uma indexação — que aconteceria durante as Olimpíadas de Tóquio, de acordo com um comunicado publicado na Sala de Imprensa da Igreja no Pacífico [em inglês].

Durante um período de duas semanas, os jovens foram convidados a indexar o máximo de nomes que pudessem. Eles tinham reuniões online para uma cerimônia de abertura, para verificar o quadro de líderes e para receber atualizações regulares e incentivo de seus líderes.

Os jovens indexaram cerca de 300.000 nomes durante o “Indexathon”. A estaca acumulou 1,1 milhão até o momento. Os que participaram relataram um fortalecimento de seu testemunho, sentindo mais o Espírito e construindo um senso de comunidade com outras pessoas de sua estaca.

“A oração e esperança de todos os presidentes de estaca é para que a próxima geração tenha um forte alicerce no Senhor Jesus Cristo e tenha oportunidades de fortalecer seu testemunho do evangelho e saber que são amados”, disse o presidente Pongia no comunicado à imprensa.

Élder Ian S. Ardern, Setenta Autoridade Geral e presidente da Área do Pacífico, participou virtualmente de um evento em 7 de novembro reconhecendo os esforços de indexação dos jovens.

“Sei que há muitos, em ambos os lados do véu”, disse Élder Ardern, “que se beneficiarão com o imenso trabalho realizado por aqueles que participaram do ‘Indexathon’. De uma forma muito real, os participantes tornaram isso possível para que milhares recebam ordenanças essenciais.”

Tevita Tu’itupou, uma jovem participante da Ala Cashmere, disse: “Eu me senti bem porque sabia que estava fazendo um bom trabalho para ajudar outras pessoas que já haviam passado pelo véu. Também senti o Espírito me animar em minha jornada pela indexação.”

Sarah Ormsbya, da Ala Mona Vale, aprendeu que trabalhar em grupo com um objetivo comum foi uma forte motivação para fazer a indexação. “Isso fortaleceu nosso testemunho e nosso relacionamento”, disse ela.