As datas para visitação pública e dedicação do Templo de Washington D.C. foram adiadas por tempo indeterminado devido à COVID-19

As datas para visitação pública e dedicação do Templo de Washington D.C. foram adiadas por tempo indeterminado devido aos efeitos da COVID-19, conforme anunciado pela Igreja na quarta-feira, dia 17 de junho.

Os eventos serão remarcados quando grandes reuniões públicas forem consideradas seguras.

As datas originais para os eventos relacionados à rededicação do Templo de Washington D.C. foram anunciadas no final de fevereiro. Os planos incluíam uma visitação pública, originalmente agendada para acontecer de 24 de setembro a 31 de outubro, excluindo os domingos, assim como os dias 27 de setembro, 11, 18 e 25 de outubro, e o fim de semana da Conferência Geral nos dias 3 e 4 de outubro. A dedicação, prevista para o dia 13 de dezembro, seria precedida por um devocional para os jovens no dia 12 de dezembro.

O templo fechou para reformas em 2018, a fim de atualizar sistemas mecânicos e elétricos, renovar acabamentos e mobiliário, bem como melhorar o jardim.

Quando reagendada, a visitação pública marcará a primeira vez em que o público poderá visitar o Templo de Washington D.C. desde sua dedicação no ano de 1974, quando se tornou o 16º templo da Igreja em funcionamento. Hoje existem 168 templos dedicados no mundo todo e que também foram afetados pelas restrições e ajustes globais resultantes da pandemia de COVID-19.

A visitação pública original do Templo de Washington D.C. contou com a presença de 758.328 convidados, incluindo Betty Ford, esposa do então presidente dos EUA, Gerald Ford.

O adiamento da visitação pública e da rededicação do templo é semelhante a um anúncio feito no dia 18 de março, referente ao Templo do Rio de Janeiro Brasil.

A visitação pública para o templo do Rio de Janeiro estava marcada para acontecer entre os dias 17 de abril e 2 de maio, com a dedicação agendada para o domingo, dia 17 de maio. Entretanto, esses eventos também estão suspensos até que grandes reuniões públicas sejam novamente consideradas seguras.